quinta-feira, 16 de junho de 2011

Texto integral do Acordo Político "Maioria para a Mudança" que subscrevi em nome do CDS


ACORDO POLÍTICO DE COLABORAÇÃO ENTRE O PSD E O CDS/PP PARA O ESTABELECIMENTO DE UM PROJECTO POLÍTICO DE LEGISLATURA

Portugal está hoje confrontado com uma situação extremamente delicada, caracterizada por uma profunda debilidade económico-financeira que nos obrigou a recorrer, pela primeira vez em mais de três décadas, à ajuda externa. Uma debilidade económico-financeira que se projecta, de forma dramática, na degradação das condições de vida da generalidade dos Portugueses e que está inclusive a pôr em causa o desempenho, pelo Estado, das suas responsabilidades indelegáveis de protecção dos mais desfavorecidos e daqueles que se encontram numa situação de maior debilidade, bem como a promoção da igualdade de oportunidades e da mobilidade social.

As eleições legislativas do passado dia 5 de Junho representaram, porém, o surgimento de um novo horizonte de esperança. Porque deram nota, clara e inequívoca, da vontade dos nossos compatriotas de não se resignarem. Porque os seus resultados traduzem um claro desejo de mudança. E, sobretudo, porque tornaram patente que existem soluções, credíveis e claras, para retirar o País do actual estado de coisas e para o recolocar na senda do progresso e do desenvolvimento.

Enquanto representantes e intérpretes privilegiados da vontade popular, constitui dever de responsabilidade dos responsáveis políticos – de todos eles – retirar as indispensáveis ilações da vontade popular então expressa. E fazê-lo com sentido de responsabilidade e tendo em mente o objectivo primeiro para cuja realização lhes compete trabalhar: a defesa do interesse de Portugal e dos Portugueses.

Os desafios com que estamos confrontados são complexos e pesados. E os tempos que vivemos são, por isso mesmo, de exigência e de responsabilidade. Porque, mais do que mudar de políticas, o que está em causa é mudar o próprio modelo de desenvolvimento económico e social do País.

É possível, e é necessário, governar de forma diferente e, sobretudo, governar melhor. Para o conseguir, porém, é indispensável delinear uma solução política que não se traduza num mero arranjo de conveniência, preocupado apenas com a ocupação de lugares no poder, mas que seja tradução de um projecto coerente para mudar Portugal, para melhorar, de modo sustentado, as condições de vida dos nossos compatriotas e para voltar a colocar Portugal numa rota de convergência com os nossos parceiros europeus, de cooperação estreita com os Países de Língua Oficial Portuguesa e de renovado prestígio na comunidade internacional.

Assim, o PSD e o CDS/PP:

• Atenta a absoluta necessidade de dotar o País de um Executivo que assegure, com coerência e estabilidade, a condução dos assuntos da governação pelo período da XII Legislatura da Assembleia da República;

• Fiéis aos valores que os orientam, nomeadamente a preocupação central com a pessoa humana e a sua dignidade, aos princípios que definem a identidade de cada partido e ao percurso histórico que os caracteriza;

• Interpretando os resultados das eleições legislativas de 5 de Junho de 2011, das quais resultou uma maioria parlamentar dos dois partidos, correspondendo a uma maioria social de votantes superior a 50%;

• Tendo em conta o apelo, feito pelo Senhor Presidente da República, para que seja encontrada, no novo quadro parlamentar, uma solução governativa que disponha de apoio maioritário e consistente, subscrevem o presente Acordo Político de Colaboração para o Estabelecimento de um Projecto Político de Legislatura, que se consubstancia nas seguintes regras:

I. FORMAÇÃO E ORIENTAÇÃO PROGRAMÁTICA DO GOVERNO

1. O PSD e o CDS/PP reconhecem a absoluta necessidade de dotar Portugal de um Governo maioritário de coligação, condição primeira para fazer sair o País da crise actual e para criar as condições indispensáveis ao cumprimento dos compromissos estabelecidos com a União Europeia e o Fundo Monetário Internacional.

2. Para tal efeito, será constituído um Governo de coligação entre os dois partidos, sob a liderança do Presidente da Comissão Política Nacional do PSD e Primeiro-Ministro indigitado, Dr. Pedro Passos Coelho, ao qual cabe, nos termos constitucionais, a responsabilidade pela constituição do Governo.

3. Embora sustentado no apoio parlamentar dos dois partidos subscritores, o Governo terá a preocupação de alargar a sua base de apoio, para isso estabelecendo o indispensável diálogo com personalidades, organizações e instituições da sociedade civil, que se revejam no propósito de mudança que aquele visa protagonizar.

4. A criação das condições de confiança, tanto junto dos portugueses como dos nossos parceiros internacionais, requer absolutamente que o nosso País tenha um Governo de Legislatura. Nessa medida, o PSD e o CDS/PP comprometem-se, através das respectivas direcções políticas e dos seus órgãos próprios, a empreender todos os esforços com vista a garantir a estabilidade e a continuidade desse Governo.

5. O Governo de coligação terá como preocupação fundamental da sua actuação ao longo da legislatura a realização dos seguintes objectivos:

a) Gerir e resolver a grave situação financeira, assumindo os custos e as condicionantes inerentes. Para o efeito, o Governo compromete-se com a execução de um Plano de Estabilização Financeira e de um Plano de Emergência Social que proteja os mais vulneráveis, bem como com o cumprimento dos termos do Memorando de Políticas Económicas e Financeiras acordado entre o Governo Português, a União Europeia e o Fundo Monetário Internacional. Queremos reconstruir a confiança da comunidade internacional em Portugal e acautelar o prestígio do nosso país no processo de construção europeia e no quadro da Lusofonia;

b) Criar condições para acelerar a retoma do crescimento económico e a geração de emprego, com vista à melhoria das condições de vida dos cidadãos, apostando na valorização do trabalho e repondo a mobilidade social, especialmente para os mais jovens. O Governo promoverá o aumento da produtividade e da competitividade como via para o crescimento económico sustentado e para a criação de emprego, tornando-se um factor de segurança para os Portugueses.

c) Garantir o Estado Social através da criação de condições para a sua sustentabilidade económica, financeira e inter-geracional, evitando a exclusão social, assegurando uma mais justa repartição dos sacrifícios, mediante uma ética social na austeridade que proteja em particular os grupos mais frágeis da sociedade, nomeadamente os pensionistas com pensões mais degradadas.

d) Iniciar as transformações estruturais necessárias para um crescimento sustentável a todos os níveis: travar e reduzir o endividamento do Estado e diminuir a sua despesa, nomeadamente através da redução de estruturas e dirigentes em todos os níveis do Estado e do seu sector empresarial; assegurar o reforço da independência e da autoridade do Estado, garantindo a não partidarização das estruturas e empresas da Administração e assegurando uma cultura de mérito, excelência e rigor em todas, com enfoque na qualidade dos serviços prestados ao cidadão.

e) Abrir um novo horizonte de futuro à juventude, preparando-a para a empregabilidade e a competitividade na nova sociedade do conhecimento, actuando sobre a qualidade e a exigência do sistema de ensino com promoção do mérito, do esforço e da avaliação; e desenvolvendo a ciência, a tecnologia, a inovação, o ensino técnico-profissional e a formação contínua no mundo empresarial.

f) Aumentar a poupança, reduzir o endividamento externo, exportar mais e melhor e depender menos das importações, através de políticas adequadas de ajustamento macroeconómico e reforçando a inovação, o empreendedorismo, a acção externa coerente e uma nova política energética. Acreditamos no papel insubstituível da iniciativa privada, pelo que daremos atenção especial às PME e adoptaremos políticas que contribuam para o aumento da sua produtividade e competitividade. O Governo valorizará os novos sectores estratégicos, designadamente os que têm maior impacto nos bens transaccionáveis, dando a devida prioridade à agricultura e florestas, à economia do mar e das pescas, ao turismo e à cultura, promovendo uma política de proteção ambiental e um desenvolvimento sustentado do território, sem descurar todos os restantes sectores que contribuam para o aumento da capacidade exportadora, que será crítica no curto e médio prazo para a criação de postos de trabalho e para o aumento do rendimento.

g) Remover bloqueios e constrangimentos à recuperação económica, com especial destaque para as seguintes reformas: da concorrência e dos respectivos reguladores; do mercado de trabalho, viabilizando a empregabilidade e a contratação; do mercado de arrendamento, promovendo a mobilidade, a reabilitação urbana e a diminuição do endividamento das famílias; do sistema fiscal, valorizando nomeadamente o trabalho, a família e a poupança; da Segurança Social, garantindo a sua sustentabilidade, a solidariedade inter-geracional e a progressiva liberdade de escolha, nomeadamente dos mais jovens.

h) Reformar a justiça, tendo em vista a obtenção de decisões mais rápidas e com qualidade, tornando-a num estímulo ao desenvolvimento económico e ao investimento. Será prioridade do próximo Governo a recuperação da credibilidade, eficácia e responsabilização do sistema judicial e o combate à corrupção.

i) Promover o desenvolvimento humano e social, qualificando os portugueses para a era da globalização onde o conhecimento terá uma importância acrescida. O Governo defenderá a humanização da prestação de cuidados de saúde e a sustentabilidade do Serviço Nacional de Saúde. O Governo reconhece a importância da economia social e pugnará pela máxima utilização da capacidade instalada, nomeadamente nos sectores da educação, saúde e solidariedade.

j) Garantir a condição primeira do exercício da liberdade, que é a segurança dos cidadãos, nomeadamente através do reforço da motivação das forças de segurança e da sua eficácia operacional.

6. A realização desses objectivos centrais será feita em obediência às orientações traçadas no “Acordo relativo às Bases Programáticas do Governo de Coligação”.

7. Os partidos signatários assumem, desde já, que o acordo referido no ponto anterior constituirá o fundamento do programa do Governo a apresentar à Assembleia da República.

II. COLABORAÇÃO NO PLANO PARLAMENTAR

1. Por forma a garantir, permanentemente, a coerência e a estabilidade do projecto político que o Governo de coligação corporiza, o PSD e o CDS/PP, no respeito pela identidade própria de cada um, assumem o princípio de colaboração activa no apoio, em sede parlamentar, à sua actuação, seja no que toca às orientações estratégicas por ele delineadas, seja no que respeita às medidas concretas por ele propostas.

2. Para isso, os partidos signatários comprometem-se a votar solidariamente, em sede parlamentar, designadamente, as seguintes questões:

a) Programa do Governo;

b) Moções de confiança e de censura;

c) Orçamentos, grandes opções do plano e iniciativas de suporte ao Programa de Estabilidade e Crescimento;

d) Medidas de concretização dos compromissos constantes dos entendimentos celebrados com a União Europeia e o Fundo Monetário Internacional;

e) Propostas de lei oriundas do Governo;

f) Actos parlamentares que requeiram maioria absoluta ou qualificada, incluindo projectos de revisão constitucional;

g) Propostas de referendo nacional;

h) Eleições dos órgãos internos da Assembleia da República, com excepção da do Presidente da Assembleia, em que os Partidos têm compromissos prévios, ou dos órgãos a ela externos em que deva fazer representar-se, assegurando uma adequada representação de ambos.

3. A listagem prevista no ponto anterior é exemplificativa, devendo a concertação entre ambos os partidos estender-se a outras matérias ou questões, sempre que tal for considerado conveniente, após consultas prévias entre as direcções dos respectivos Grupos Parlamentares.

4. No âmbito da actuação parlamentar, o PSD e o CDS/PP comprometem-se ainda a:

a) Garantir a informação e consulta prévias em todas as iniciativas legislativas da responsabilidade de qualquer dos partidos;

b) Apresentar, em termos e prazos a definir, um projecto conjunto de revisão constitucional, sem prejuízo da existência de ante-projectos próprios. No âmbito desse projecto conjunto, deverão merecer especial atenção, entre outros, os temas relacionados com a reforma do sistema político, do sistema judicial e dos órgãos de regulação, bem como, ainda, a problemática da limitação do endividamento público;

c) Abster-se de apresentar qualquer iniciativa parlamentar que colida com a actividade do Governo;

d) Desenvolver os melhores esforços no sentido de procurar viabilizar as iniciativas parlamentares de cada um dos partidos.

5. A concertação na actividade em sede parlamentar será assegurada por via de uma estrita e permanente articulação entre as Direcções dos respectivos Grupos Parlamentares e da realização, sempre que tal for considerado adequado, de reuniões conjuntas desses Grupos.

III. COLABORAÇÃO POLÍTICA EXTRA-PARLAMENTAR

1. Reconhecendo a necessidade de a coerência e estabilidade do seu projecto político conjunto ser assegurada a todos os níveis, o PSD e o CDS/PP assumem que a colaboração mútua deve abranger, ainda:

a) No respeito pela identidade própria de cada partido, a cooperação e a mobilização das respectivas estruturas e responsáveis, em todos os escalões da sua organização interna;

b) A troca de informações e a consulta mútua no que respeita a actos eleitorais que venham a ocorrer no decurso da vigência do presente Acordo.

2. Sem prejuízo do disposto no ponto anterior, a decisão sobre matérias relativas às Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira respeitará a autonomia estatutária dos órgãos regionais de ambos os partidos.

IV. DISPOSIÇÕES FINAIS

1. O presente Acordo entra em vigor na data da sua assinatura e vigorará por todo o período da XII Legislatura da Assembleia da República.

2. O presente Acordo é celebrado num espírito de colaboração empenhada, permanente, leal e franca e em obediência a um propósito único: a promoção do interesse nacional

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Paulo Portas confirma acordo com o PSD, Presidência AR fica de fora

Paulo Portas confirma a finalização dos acordos político e programático com o PSD e anuncia que a questão da Presidência da Assembleia da República fica de fora do acordo.
Ver vídeo em:
http://vimeo.com/25129183

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Conversações com o PSD: quem é quem nas equipas de trabalho do CDS

De acordo com o que ficou acertado nas conversações de hoje com o PSD, duas equipas de trabalho vão aprofundar, nos próximos dias, dois aspectos importantes para a constituição de uma maioria de mudança.

A primeira equipa trabalhará no acordo político que deve reger as relações entre os dois Partidos. Pelo lado do CDS é constituída pelo Luís Pedro Mota Soares, líder parlamentar e pelo José Luís da Cruz Vilaça, membro da comissão executiva.

Por sua vez, outra equipa trabalhará na área das bases programáticas, que é por onde qualquer solução em profundidade tem de começar. Pelo lado do CDS, fazem parte desta equipa a Assunção Cristas, vice-presidente do Partido, que se tem dedicado em especial às áreas das finanças públicas e fiscalidade; a Cecília Meireles que tem focado a sua atenção na área económica e foi coordenadora do nosso Manifesto Eleitoral; o Nuno Magalhães, vice-presidente do Partido e especialista nas áreas institucionais; e o Luís Pedro Mota Soares, que tem assumido responsabilidades nas políticas sociais e é, também, vice-presidente nacional.

No final dos trabalhos, as delegações voltarão a encontrar-se para avaliar o trabalho e concluir as conversações.

Desejo boa sorte a todos os que vão participar neste processo.
Paulo Portas

Começam hoje as conversações com o PSD: declaração de intenções


Hoje começam as conversações entre PSD e CDS para a definição de um acordo que proporcione a Portugal uma maioria estável para 4 anos.



Tenho falado pouco - e só agora volto a postar - não por negligência mas por atitude. É uma negociação que por natureza não pode ser demorada; e que evidentemente começa pelo mais necessário, substantivo e árduo - o programa. Isso não se compadece com demasiada controvérsia ou exposição pública. Dizia D. João II que há tempos de coruja e tempos de falcão e tinha saber e razão no que dizia.



Parto para todo este processo conhecendo o velho princípio da negociação - nada está acordado até tudo estar acordado - e com fundada esperança no resultado final. Portugal precisa de um bom governo. De um governo forte e de mudança. Disse-o na campanha, mantenho agora. É esse o objectivo

pelo qual vale a pena trabalhar.

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Passos Coelho vence e anuncia governo PSD/CDS com independentes

O PSD venceu as legislativas antecipadas de 5 junho sem maioria absoluta, tendo o seu líder, Pedro Passos Coelho, declarado que "está aberto o caminho para que o PSD e o CDS, com personalidades independentes, venham a constituir o governo de que Portugal precisa".


Conquistando o maior número de deputados da era pós-Cavaco, numas eleições marcadas pela subida do CDS/PP, o futuro primeiro-ministro iniciou o seu discurso de vitória garantindo aos portugueses "um governo de maioria". E reiterou a sua indisponibilidade de 'abrir' o Governo ao PS, embora se manifeste pronto para dialogar com os socialistas.

O líder do CDS-PP, Paulo Portas, também manifestou no seu discurso ao país a "disposição do CDS para construir um Governo forte para uma maioria para quatro anos". E logo se ocupou de lançar pontes para o lado do PS: "Saber dialogar com o novo Partido Socialista vai ser importante", declarou o líder centrista, nomeadamente "para aprovar uma revisão constitucional pragmática" e "leis reforçadas" que "carecem de dois terços de apoio parlamentar e de um vasto consenso político".

José Sócrates, o primeiro-ministro cessante e líder partidário derrotado, tinha sido o primeiro a discursar e, logo aí, lançara o tom que marcaria as mensagens políticas da noite: "Nunca o país precisou tanto de diálogo e de compromisso e isso não mudou com o resultado das eleições. Reafirmo, portanto, a disponibilidade do PS para o diálogo e para os compromissos e entendimentos que, em coerência com o seu projeto, sejam necessários".

Já Pedro Passos Coelho dedicou a vitória à juventude portuguesa e começou por balizar o seu programa de Governo: "Não descansaremos enquanto não pusermos Portugal a crescer. Sabemos bem que essa é a única forma verdadeira e duradoura de defender o nosso Estado social".

No seu discurso de derrota, José Sócrates fez questão de mostrar "fair play". Depois de pedir aos apoiantes que o escutavam que saudassem a vitória do PSD, desejou "o melhor" a Pedro Passos Coelho: "Desejo sinceramente o que desejaria para mim próprio e para qualquer outro que os portugueses escolhessem neste tempo de dificuldades". Nessa ocasião anunciou o abandono da liderança do PS e prometeu não só que se absteria de interferir na escolha da futura liderança dos socialistas, mas também que se iria afastar de cargos públicos durante os próximos tempos.

Em resposta a esta posição reagiu António José Seguro, dado como um candidato à sua sucessão, mas apenas para se declarar "em reflexão" e prometer uma posição para "muito breve" sobre a liderança do PS. Também Francisco Assis prometeu um "papel ativo" na discussão do futuro do PS.

Quanto à CDU, o secretário-geral do PCP, Jerónimo de Sousa, destacou a ligeira subida percentual dos votos na coligação e, naturalmente, o regresso a quarta força política, à frente do Bloco de Esquerda. A eleição de um deputado por Faro foi, de resto, muito festejada. Quanto ao futuro, prometeu dura oposição ao governo PSD/CDS: "A luta social vai dar-se, mas não é por vontade ou decreto. Será inevitável", afirmou.

O coordenador do Bloco de Esquerda, Francisco Louçã, assumiu também pessoalmente a estrondosa derrota do partido, que perdeu quase metade dos votos conquistados nas últimas eleições. "O meu lugar está sempre nas mãos do partido", disse em resposta aos jornalistas, anunciando que, para analisar os resultados, a comissão política irá reunir esta semana e a mesa nacional daqui a duas.

Dos pequenos partidos, duas notas. O Partido pelos Animais e pela Natureza (PAN) foi uma das surpresas da noite, aproximando-se do MRPP e conseguindo na sua primeira ida às urnas o número de votos suficientes para ter direito à subvenção estatal, tal como partido de Garcia Pereira. E Rui Marques, líder do Movimento Esperança Portugal, considerou que os resultados que o colocaram em 9º lugar uma "derrota claríssima" e anunciou a sua demissão da presidência do partido.
Lusa (online)

domingo, 5 de junho de 2011

Sócrates anunciou saída da liderança do PS

PS perde mais de 20 deputados e tem a menor votação desde 1987. Derrota clara levou à demissão de Sócrates. PSD ganha mais de 20 deputados. CDS também aumenta número de mandatos e CDU ultrapassa BE, que perde, pelo menos, 8 deputados. PSD e CDS têm maioria absoluta no Parlamento. Abstenção atinge valores máximos.

O PSD esmagou o PS nestas eleições legislativas. O partido encabeçado por Pedro Passos Coelho contou com 39,57% dos votos, contra 28,24% do PS, segundo a previsão da Eurosondagem para o Expresso, SIC e Rádio Renascença.

O CDS-PP continua como a terceira força política, com 11,36% dos votos. O PCP conta com 7,71%, enquanto o BE fica com 4,97% dos votos.

Fonte: Jornal do Algarve

CDS é o terceiro maior partido de Portugal!

Projecção TVI: PSD vence eleições com 37,7 a 42,5%
O PSD vai alcançar entre 37,7% e 42,5% dos votos nestas eleições Legislativas, segundo a projecção da Intercampus para a TVI. O PS ficará entre os 24,4% e os 28,8% e o CDS entre os 10,10% e os 13,7%. Na esquerda, a CDU fica entre os 6,20% e os 9,40%e o Bloco de Esquerda entre os 3,8% e os 7%.
Fonte: TVI

Paulo Portas: "Já votei. Votei bem. E votei na rua da... Esperança (o que não é igual a euforia)"

Hoje vai ser dia de vitória!!!!!
"Sou o eleitor 8078 da Madragoa. Votei tranquilamente às dez e pico da manhã.
Nas declarações que fiz, pedi uma participação excepcional porque a situação de Portugal é excepcional. Havemos de sair juntos, enquanto Nação, desta crise.
Detalhe: a rua onde votei chama-se rua da Esperança... (o que nada tem a ver com euforias manifestamente inadequadas."
Paulo Portas

sexta-feira, 3 de junho de 2011

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Filme do dia

Veja aqui:

http://vimeo.com/24480242

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Acha que Portugal é capaz?

Paulo Portas:

http://vimeo.com/24417263

terça-feira, 24 de maio de 2011

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Qual é a sua ligação ao mundo rural e aos produtos nacionais?

Veja aqui a opinião de Paulo Portas:

http://vimeo.com/24005715

segunda-feira, 11 de abril de 2011

100 horas depois do pedido de emergência ao FMI, já suspenderam o TGV?

Passaram exactamente 100 horas desde que Portugal teve de pedir ajuda externa à União Europeia e ao FMI. 100 horas depois, alguém me pode dizer se já decidiram suspender o TGV?

By Paulo Portas

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Paulo Portas entrevista RTP-N

http://videos.sapo.pt/ezkNACzpiULA0VQNRDZS

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Mais 500 milhões para o BPN?

Hoje, enquanto se fala da injecção de mais 500 milhões de euros no BPN, é bom relembrar o que o então governador do Banco de Portugal escreveu a Teixeira dos Santos...
Perante uma proposta da nova administração do BPN, liderada por Miguel Cadilhe, Vítor Constâncio envia um parecer, datado da semana anterior à nacionalização, em que afirma:
“O montante solicitado parece ser exagerado, uma vez que para atingir um rácio de capital de mínimo de 8% não seria sequer necessário o Estado disponibilizar 600 milhões de euros, dado que 425 milhões seriam suficientes.”
Passados dois anos e a injecção de vários milhares de milhões de euros depois, lembro ainda o ponto final desse Parecer:
“Deste modo, não sendo aceitáveis e/ou possíveis as soluções anteriores e face à iminência da rotura de pagamentos por parte do BPN, esgotadas que estão as possibilidades de continuar a aumentar os apoios promovidos pelas autoridades, parece restar apenas a solução de nacionalização do banco, nas condições previstas na Constituição da República Portuguesa.
(…)
Se esta solução vier a ser adoptada, existem as hipóteses de o BPN continuar a desenvolver isoladamente a sua actividade ou, alternativamente, a sua integração, a sua integração no Grupo Caixa Geral de Depósitos. Esta última hipótese parece preferível com vista à reprivatização posterior da instituição ou à venda separada da rede de agências e outros activos do BPN”.
Como sabemos, a reprivatização preconizada por Constâncio falhou; a CGD rejeita a integração; as injecções de capital continuam a crescer assustadoramente e o BPN continua a funcionar com uma situação líquida negativa e com os rácios prudenciais abaixo dos limites exigidos… É isto que é bom lembrar, quando se fala no BPN.

By Paulo Portas

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

A diferença que vai entre as “Novas Oportunidades” e novas facilidades que criam novas desigualdades...

Chamo a vossa atenção para um Projecto-lei que o CDS leva amanhã à discussão no Parlamento. Pela 1ª vez, um partido põe o dedo na ferida sobre consequências perversas de certos aspectos das “Novas Oportunidades”.

Explico: um jovem do ensino regular, para aceder a universidade, tem que fazer, em regra, 4 exames (na maioria dos casos, dois no 11º ano e dois no 12º ano). Mas com as “Novas Oportunidades” outro jovem da mesma geração e em relação ao mesmo curso, pode ingressar na universidade, fazendo um único exame, no caso de a universidade lhe exigir esse único exame de admissão. É justo? Não é.

O problema adensa-se quando sabemos que o primeiro jovem, no ensino regular, tem de perfazer uma nota de entrada na universidade composta pelo resultado dos 4 exames mais o resultado da avaliação contínua. Em contraste, o segundo jovem, com as “Novas Oportunidades”, pode entrar na universidade não apenas com um exame apenas, mas dispensado do esforço que tem de ser feito para cumprir a avaliação contínua. É justo? Não é.

Tudo o que, no sistema de ensino, diminua a exigência ou dissolva o esforço, é uma ilusão para os jovens e as famílias, uma injustiça para os que aproveitam a sério o ensino e um desperdício de recursos do contribuinte (que são para investir na educação e não nas estatísticas).

O CDS propõe equidade no acesso a universidade. Uma coisa são novas oportunidades. Outra coisa são novas facilidades que se transformam em novas desigualdades.

By Paulo Portas

domingo, 28 de novembro de 2010

A condescendência com os gestores públicos versus a intransigência com os idosos mais pobres

1º Paradoxo:
Porque é que são tão lestos a abrir excepções nas empresas públicas (quanto às medidas de austeridade) e são tão lentos a admitir que o corte no abono de família das famílias de fracos rendimentos é um erro de política social e um erro de política familiar?
O paradoxo é tão gritante quanto isto: em termos de despesa pública a excepção das EP's - para além de liquidar a credibilidade de uma política - vai acabar por custar mais do que a preservação do abono de família do 4º escalão.

2º Paradoxo:
O congelamento das pensões de 246 euros por mês representa uma determinada atitude social (a insensibilidade). Em contraste, ficam todos muito sensíveis quando se propõe uma reflexão - e um corte com um tecto objectivo - sobre salários de gestores públicos que, não raro, andam na ordem dos 246 mil euros por ano. Que diferença de atitude (ali, a intransigência; aqui, a condescendência).



Detalhe não irrelevante: como em breve o CDS demonstrará, o número de empresas públicas e o número de gestores públicos aumentaram exponencialmente em plena crise...

By Paulo Portas

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Convenção Autárquica no sábado

A Convenção Autárquica Distrital de Lisboa em Mafra, vai realizar-se já no próximo dia 17, sábado, no Auditório Beatriz Costa. Este evento destina-se a contribuir para a formação de autarcas, antigos candidatos, dirigentes partidários e militantes em geral. Será também uma oportunidade para partilhar experiências e debater a política autárquica nos diferentes Municípios do Distrito.
Aqui fica o nosso programa:

PROGRAMA

9h30/10h00 - Acreditação

10h00 - Boas-Vindas por Carlos Pinheiro, Presidente da CPC de Mafra


10h15 - I PAINEL: URBANISMO

Moderador: João Sande e Castro, Vereador da Câmara Municipal de Cascais
Oradores: Silvino Malho Rodrigues, Adm. SMAS de Sintra
Miguel Xara-Brasil, Deputado Municipal de Odivelas
João Pedro Gomes, Deputado Municipal de Torres Vedras
Isabel Sande e Castro, Presidente CPC de Oeiras

Intervenções: José Luis Mata

11h30 - II PAINEL: AMBIENTE E MOBILIDADE

Moderador: António Carlos Monteiro, Vereador da Câmara Municipal de Lisboa
Oradores: António Ferreira de Lemos, Deputado Municipal de Lisboa
Luís Fernandes, Adm. Deleg. da Agência Municipal de Energia de Sintra
Luís Chiti Dias, Presidente CPD da JP e Dep. Municipal Amadora
Tiago Pessoa, Vogal da CPD Lisboa e Ex- Administrador da EMEL

Intervenções: Carlos Pinheiro, Gonçalo Mil-Homens,
Luisa Magalhães
12h45 - Intervenção de Hélder Amaral, Coordenador Autárquico Nacional

13h00/14h15 - Almoço

14h30 - III PAINEL: FINANÇAS, ORÇAMENTO e POLÍTICA FISCAL MUNICIPAL

Moderador: José Lino Ramos, Vereador da Câmara Municipal de Sintra
Oradores: João Paulo Castanheira, Deputado Municipal da Amadora
Adolfo Mesquita Nunes, Deputado Municipal de Lisboa
Paulo Alves Pardal, Deputado Municipal de Mafra
Luís Barros Mendes, Deputado Municipal de Alenquer

16h00 - IV PAINEL: POLÍTICAS de INTEGRAÇÃO SOCIAL e SEGURANÇA

Moderador: Ismael Pimentel, Vice-Presidente da CPD Lisboa
Oradores: Sandra Saraiva, Vereadora da Câmara Municipal de Alenquer
Mariana Ribeiro Ferreira, Vereadora da Câmara Municipal de Cascais
Pedro Morais Soares, Presidente da Junta de Freguesia de Cascais
Tiago Nunes, Deputado Municipal de Mafra

Intervenções: Luis Domingues, Maria Clara Ferreira
da Silva, António Costa, Douglas Lima

17h30 - Encerramento : António Carlos Monteiro, Presidente da Distrital de Lisboa do CDS
Paulo Portas, Presidente do CDS

sexta-feira, 26 de março de 2010

CDS condena e solidariza-se com os Bombeiros de Loures e com a PSP depois das agressões ocorridas na Quinta das Sapateiras

O CDS-PP condena em absoluto os actos de vandalismo, ofensas e agressões de que foram alvo membros do corpo dos Bombeiros Voluntários de Loures e agentes da PSP de Loures na Quinta das Sapateiras no passado dia 21 de Março, quando se encontravam ao serviço da população procurando extinguir um incêndio.

Os actos criminosos que foram practicados demonstra que o CDS-PP tem razão quando defende o reforço de mais meios humanos e materiais para as Forças de Segurança.

Os actos cometidos são inqualificáveis e demonstram que a segurança de pessoas e seus bens é hoje em dia um direito ameaçado em que nem as Forças de Segurança são respeitadas.

O CDS-PP apresenta publicamente toda a sua solidariedade para com os bombeiros e agentes ofendidos e agredidos, assim como às respectivas corporações, afirmando de forma inequívoca o orgulho que temos em todo o corpo de Bombeiros e Forças de Segurança.

Tal como no passado estaremos no futuro sempre ao lado destes heróis anónimos que no dia-a-dia arriscam a sua vida e a sua integridade física em prol da segurança e do bem estar das populações.

Deixamos aqui a notícia na íntegra que foi publicada no site : http://bombeirosparasempre.blogspot.com

Bombeiros Querem Polícia para Socorrer Bairros de Loures


"Foi a primeira vez que os meus homens foram atacados desta maneira. Aquilo esteve complicado, choviam paralelepípedos, chamava-nos nomes e tivemos de sair dali à pressa", conta o comandante da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Loures, Angelo Simões. "A partir de agora só nos deslocamos a este tipo de zona com aviso prévio à polícia e depois de avaliar o risco", avisa este responsável.

Na madrugada de ontem, a polícia teve de intervir por duas vezes no bairro das Sapateiras, em Loures, a última das quais para "resgatar" os bombeiros que estavam a ser atacados. Na primeira vez, perto da 01.30 da madrugada, a PSP foi chamada ao bairro por moradores que reclamavam de desordens nas ruas e intenso ruído provocado por um grupo de perto de 30 jovens, alguns de bairros vizinhos.

Quando lá chegou o carro-patrulha da 70.ª esquadra de Loures, foi recebido à pedrada e chamou reforço de mais três carros-patrulha e duas equipas de intervenção rápida, estas últimas com oito elementos cada uma. Houve desacatos, pedras pelo ar, um polícia ferido a ter de receber tratamento hospitalar e um homem de 20 anos detido pelo crime de "ofensa à integridade física de um agente".

Mas a história não acabou aqui, ao contrário do que foi noticiado. Mal os agentes de autoridade deixaram o bairro, o grupo voltou às ruas, desta vez para começar a incendiar contentores do lixo, a fazer lembrar o cenário de "guerra" do ano passado no bairro da Bela Vista, em Setúbal.

No quartel dos bombeiros de Loures foi recebida uma chamada a dar conta da situação, perto das 02.30 da manhã. De imediato, o comandante destacou para o local um carro de combate a incêndios e logo que entraram no bairro caiu-lhes em cima uma "chuva de paralelepípedos", como "nunca" tinham visto.

O comandante Angelo Simões diz que era "um grupo de 15, 16 jovens que gritavam 'vão-se embora, saiam daqui seus filhos da p...'". Não houve feridos entre os seus homens, mas a viatura ficou com dois vidros partidos e várias mossas na chapa. Este responsável garante que vai apresentar uma queixa-crime contra desconhecidos. "Nunca tínhamos tido um problema destes, somos veículos de socorro, 'apolíticos', 'apartidários' e 'arreligiosos' e, se nem nós somos poupados a violência, devemos ficar preocupados", assevera.

O bairro das Sapateiras não foi incluído no Contrato Local de Segurança de Loures, que apenas abrange as freguesias de Sacavém, Camarate e Apelação. No entanto, mesmo nestas, segundo um inquérito divulgado no início deste mês sobre os efeitos de um ano de aplicação do contrato local de segurança, o sentimento de insegurança continua.
Fonte: DN

quinta-feira, 25 de março de 2010

Propostas do CDS aprovadas por unanimidade

O CDS-PP congratula-se pelo facto de na última Reunião Extraordinária da Assembleia de Freguesia de Loures, as propostas que apresentou relativas ao Regulamento de Taxas e Licenças terem sido aprovadas por unanimidade por toda a Assembleia.

Com a aprovação destas propostas, ficam isentas do pagamento de qualquer taxa, a emissão pela Junta de documento que ateste situações de insuficiência económica, aleitamento ou de pensionista, entre outras.

Por outro lado, particulares e empresas passam a ter o direito de ser reembolsados de qualquer quantia paga quando os documentos solicitados não sejam emitidos dentro dos prazos previstos no regulamento.

De igual modo, a Junta será obrigada a reembolsar qualquer quantia paga em excesso por particulares e empresas não em singelo mas acrescida dos respectivos juros de mora.

Também as Instituições de Solidariedade Social poderão ficar isentas total ou parcialmente do pagamento de taxas sempre que, no âmbito do seu objecto social, requeiram a emissão de qualquer documento que se enquadre no conteúdo material de aplicação deste regulamento.

Saúda o CDS-PP a aprovação destas propostas uma vez que as mesmas permitiram assegurar um maior equílibrio e justiça na relação entre a Junta e os particulares e empresas que com ela se relacionam.

Continuaremos a apresentar propostas que permitam de forma efectiva contribuir para uma melhoria da qualidade de vida e bem estar das populações.

domingo, 21 de março de 2010

PROPOSTA DO CDS PARA ISENTAR INSTITUIÇÕES DE SOLIDARIEDADE SOCIAL DO PAGAMENTO DE TAXAS NA FREGUESIA DE LOURES ACEITE PELA JUNTA

O CDS-PP apresentou um conjunto de propostas de alteração ao projecto de regulamento que a Junta de Freguesia de Loures se prepara para levar a votação em Assembleia de Freguesia na próxima quarta-feira, dia 24 de Março.

Essas propostas foram apresentadas durante a fase de apreciação pública do diploma. Tal como já tinhamos tido oportunidade de anunciar, a Junta de Freguesia aceitou incorporar 12 das nossas 13 propostas.

Diga-se que em relação ao projecto inicialmente apresentado pela Junta de Freguesia, as únicas diferenças prendem-se precisamente com as propostas apresentadas pelo CDS.

Uma dessas propostas diz respeito à faculdade, consagrada agora de uma forma expressa, que é concedida à Junta de Freguesia, de poder isentar do pagamento de taxas, as Instituições de Solidariedade Social que, no âmbito do seu objecto social, tenham necessidade de requerer a emissão de documentos ou a prestação de serviços enquadráveis no âmbito de aplicação do diploma.

Essa faculdade prevê agora, de uma forma expressa e objectiva, as Instituições de Solidariedade Social, para que não existam dúvidas que as mesmas podem beneficiar dessa isenção do pagamento das taxas.

Aceite a proposta pela Junta de Freguesia esperamos que na próxima quarta-feira a Assembleia de Freguesia aprove esta nossa iniciativa.

Luís Pedro Domingues

sábado, 20 de março de 2010

PAULO PORTAS LAMENTA PERDA DE DOIS ANOS NA DISCUSSÃO DO ESTATUTO DO ALUNO

O líder do CDS-PP lamenta se terem perdido dois anos a discutir o Estatuto do Aluno, mas admitiu ter ficado contente por o Governo ter admitido que fez aprovar um documento que tinha erros.

Após a ministra da Educação ter defendido o regresso da distinção entre faltas justificadas e injustificadas, Paulo Portas frisou que o "fim do valor da assiduidade foi, em grande medida, um incentivo não só à indisciplina, mas também uma cultura facilitista e permissiva nas escolas".

"Hoje é um dia importante, porque ao fim de dois anos, o Governo vem aqui dizer que o Estatuto do Aluno foi um erro e que é preciso voltar à distinção entre faltas justificadas e não justificadas" ,sublinhou o Presidente do Partido.

Portas recordou ainda declarações do anterior ministra da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues, e do primeiro-ministro quando estes "chamaram nomes ao CDS quando aqui, muitas vezes, sozinho defendeu a autoridades dos professores".

quarta-feira, 17 de março de 2010

CDS VAI PROPOR REVISÃO ESTATUTO DO ALUNO PARA VALORIZAR ASSIDUIDADE DOS ALUNOS E AUTORIDADE DOS PROFESSORES

O CDS-PP vai apresentar um projecto de revisão do Estatuto do Aluno prevendo que a “falta de assiduidade” pode “comprometer um ano escolar”, anunciou o Presidente do Partido.

“A assiduidade é um valor importante na escola e depois na vida. Se não foi importante ser assíduo na escola, dificilmente se lida a seguir com o facto de ser importante ter assiduidade no trabalho”, defendeu Paulo Portas.

A protecção da “autoridade do professor” a, reposição da distinção entre falta justificada e falta injustificada, a consagração de “um processo disciplinar rápido” e o “poder de, em algumas circunstâncias mais violentas, se fazer uma suspensão imediata” do aluno, serão também previstos no projecto do CDS-PP.

“O professor tem que estar protegido legalmente se tiver que fazer uma participação”, defendeu, acusando o Governo anterior de ter aprovado um Estatuto do Aluno que "fracassou completamente".

terça-feira, 16 de março de 2010

PAULO PORTAS DEFENDE QUE GOVERNO DEVE INTERVIR PARA IMPEDIR BÓNUS A GESTORES

O líder do CDS-PP, Paulo Portas, defendeu que o ministro das Finanças deve dizer à Parpública que “não se justifica” qualquer bónus ou prémio a gestores face “à situação do país”.

“O ministro das Finanças está à distância de um telefonema para dar uma instrução que é a única que o país compreende”, afirmou Paulo Portas, considerando “uma vergonha” que “no estado em que o país está, pedindo sacrifícios aos outros, aumentando impostos sobre a classe média”, o Estado permita a atribuição de bónus nas empresas públicas ou nas empresas em que detém uma participação.

A oposição parlamentar aprovou, no âmbito do Orçamento do Estado para 2010, uma norma para proibir a atribuição de bónus ou prémios nas “empresas do sector empresarial do Estado", afirmando que como para o ano de 2010 o CDS "já resolveu o assunto, bastaria um telefonema do ministro das Finanças ao presidente da Parpública para, por uma questão de bom senso, resolver a questão de 2009".

domingo, 14 de março de 2010

PAULO PORTAS DESAFIA PRIMEIRO MINISTRO A DEBATE NA TV COM LÍDERES PARTIDÁRIOS SOBRE O PEC

O líder do CDS-PP, Paulo Portas, desafiou este sábado o primeiro ministro, José Sócrates, a participar num debate na televisão com os líderes partidários sobre o Programa de Estabilidade e Crescimento (PEC).

"Gostava que ele [primeiro ministro] me dissesse olhos nos olhos que não há aumentos de impostos no plano que ele apresentou. Claro que há", afirmou Paulo Portas.

"Estar a cortar nas deduções como saúde e educação da classe média significa que as pessoas deduzem menos e pagam mais", adiantou Portas, explicando que isso "é um aumento de imposto que atinge em cheio a classe média".

Paulo Portas voltou ainda a insistir na necessidade do Governo suspender globalmente o TGV, argumentando que "ainda estamos no início do respectivo processo legal".

"Gostava que o primeiro ministro explicasse porque só suspende meio TGV em vez de reconhecer que esse projecto carrega muito o endividamento do País e onera imenso as próximas gerações", referiu.

Questionado sobre qual será a intenção de voto do seu partido no projecto de resolução do PS de apoio ao PEC, Portas respondeu: "já dissemos o que para nós era inegociável, já fizemos as nossas propostas aguardo que o Governo as analise".

sábado, 13 de março de 2010

PEC: CDS REJEITARÁ DOCUMENTO SE GOVERNO NÃO RECUAR NO CORTE DAS DEDUÇÕES FISCAIS

O líder do CDS-PP, Paulo Portas, advertiu que rejeitará o Programa de Estabilidade e Crescimento (PEC) se o Governo não recuar no corte das deduções fiscais em Saúde e Educação.

“Se as deduções no IRS com saúde e educação, que são bens essenciais, forem cortadas, em salários que são baixos, médio-baixos ou médios, isso para nós é um assalto fiscal e inaceitável face aos nossos compromissos”, afirmou Paulo Portas.

O líder do CDS-PP apresentou cerca de uma dezena de propostas para alterar o PEC, e afirmou esperar por uma resposta dos socialistas para depois decidir como vota o projeto de resolução do PS de apoio ao documento.

Se o Governo persistir no corte nas deduções fiscais, uma opção que considerou ir ao encontro da “política fiscal do Bloco de Esquerda”, “com certeza que só pode ter o voto contra do CDS”, disse Paulo Portas, considerando que o PEC mais parece “uma espécie de esfolamento fiscal do contribuinte”.

Paulo Portas frisou que "é totalmente falso" que o PEC, "não consagre um aumento de impostos" como defendeu o primeiro ministro, José Sócrates.

Para além da retirada dos cortes nas deduções fiscais, Portas propôs, entre outras medidas, que o TGV seja “globalmente suspenso”, que fique definido que o Código Contributivo será renegociado com os parceiros sociais antes de entrar em vigor em 2011, e a "fixação imediata" de um teto para o Rendimento Social de Inserção.

sexta-feira, 12 de março de 2010

PARLAMENTO EUROPEU APOIA REDUÇÃO ENCARGOS ADMINISTRATIVOS MICROEMPRESAS PROPOSTO PELO CDS

O Parlamento Europeu defendeu a adopção de uma iniciativa do CDS-PP de serem criadas novas regras contabilísticas para as microempresas, propondo que estas passem a ficar isentas da obrigação de elaborar contas anuais, embora mantendo uma contabilidade sobre as respectivas operações comerciais e situação financeira.

A posição da assembleia foi adoptada através da aprovação, em Estrasburgo, de uma resolução legislativa, com 445 votos a favor, 196 contra e 21 abstenções.

Segundo Diogo Feio, relator desta proposta, a mesma visa isentar de obrigação contabilística geral microempresas, “que em média, durante o ano, tenham menos de 10 funcionário e tenham volumes de balanço e volumes de negócios que não sejam muito altos”, como “o pequeno café ou a pequena loja de bairro”.

segunda-feira, 8 de março de 2010

Actualização sobre os animais do canil de Loures

Na sequência de um notícia que aqui publicámos no passado dia 28 de Fevereiro, vem o CDS-PP proceder à sua actualização publicando o conteúdo da mensagem que a Presidente da Associação Animais de Rua, Dra. Maria Pinto Teixeira, nos fez amavelmente chegar, reafirmando o nosso propósito de denunciar publicamente qualquer situação desta natureza que lamentamos e condenamos em absoluto.

Quer esta Associação quer qualquer Associação sabem que contarão com a voz do CDS-PP para a denúncia pública destas e outras situações. Quanto à actuação da Câmara Municipal esperamos que aprenda com a situação inqualificável que foi denunciada.

Aqui fica para conhecimento de todos o conteúdo do comunicado da Associação Animais de Rua:

"Olá a todos, antes de mais, queremos agradecer profundamente a todas as pessoas que participaram neste protesto e que estão sempre disponíveis para participar em acções que visem a defesa dos animais. São vocês que lhes dão voz!

Entretanto, tivemos há pouco notícias da Câmara Municipal de Loures, na sequência dos protestos que inundaram a CM durante o dia de hoje.

Fomos contactados pela Médica Veterinária Municipal de Loures, Dra. Vanessa Grama, com quem, de resto, tínhamos já falado logo no dia seguinte ao do resgate dos animais por parte da Câmara Municipal, altura em que nos indicou que, para agendar uma visita aos animais, deveríamos enviar um ofício formal dirigido ao Presidente da Câmara Municipal de Loures e ao Vereador do Pelouro do Ambiente, Dr. Ricardo Lima, o que fizemos de imediato.

A Dra. Vanessa informou-nos que ficou absolutamente perplexa com as centenas de protestos que estão a ser recebidos no Gabinete Médico Veterinário Municipal e na Câmara Municipal uma vez que desconhecia, até ao dia de hoje, o nosso ofício (enviado por email, por fax e por carta registada com a/r) e todas as nossas sucessivas tentativas de contacto (por carta, fax e telefone) ao longo destas 3 semanas. Aparentemente, por motivos de desorganização da CM, os pedidos de visita aos animais não chegaram sequer a ser-lhe encaminhados e só hoje conseguiu encontrar o nosso ofício enviado por carta quando, na sequência dos protestos recebidos, foi indagar junto dos serviços da CM! Mostrou-se completamente disponível para nos receber (à Associação Animais de Rua e todas as outras associações de protecção animal ou pessoas particulares) e permite que captemos imagens dos animais para divulgação - inclusive agradece ajuda na divulgação dos animais. Ficámos de lhe ligar na 2ª feira para agendar uma visita aos cães, possivelmente para o próprio dia.

Aparentemente, a situação ficou desbloqueada e será permitido o acesso aos animais, a quem os quiser ajudar.

Esperamos na próxima segunda-feira já ter fotografias e descrição dos animais, e nessa altura contaremos com a vossa ajuda para os divulgar, de forma a todos eles conseguirem um novo lar!"

domingo, 28 de fevereiro de 2010

Associação Animais de Rua denuncia maus tratos no canil de Loures


A Associação Animais de Rua (AAR) está a lançar uma acção de protesto contra os responsáveis pelo canil municipal de Loures. A concelhia do CDS de Loures tomou conhecimento do assunto e vai pedir esclarecimentos aos órgãos autárquicos. Segundo a Associação, o canil não permite “a visita aos animais por parte de associações de protecção animal e pessoas particulares que pretendam ajudar na divulgação dos animais”. O director do canil municipal, Cristiano Esteves, informou a Associação que poderia visitar e fotografar os animais, com o objectivo de os divulgar junto de potenciais adoptantes, desde que fosse feito um requerimento de visita. No entanto, a Associação queixa-se de que o requerimento formal de visita que enviou continua sem resposta. “Fizemos já, ao longo destas três semanas, inúmeros telefonemas para a direcção do canil e para o gabinete do vereador do Ambiente e, inacreditavelmente, tanto o director do canil como o vereador nunca estão disponíveis para nos atender nem devolvem as chamadas”, garante a Associação.
Segundo a AAR, estão 80 animais no canil, que “passaram por um autêntico inferno durante todo o tempo da sua existência, subnutridos, doentes e obrigados a viver em cima das ossadas dos seus companheiros mortos e inclusive a alimentar-se dos seus restos mortais”. O organismo de apoio aos animais realça ainda que aqueles estão “fechados em jaulas” sem terem “direito a uma divulgação minimamente eficaz”, adiantando ser “inconcebível que a Associação Animais de Rua e outras associações e particulares se tenham disponibilizado para ajudar a esterilizar e a encontrar soluções condignas para o acolhimento destes cães e que a Câmara Municipal recuse esta ajuda”, apesar de a colaboração da Câmara com associações de protecção animal, em assuntos relacionados com animais do município, está legalmente prevista.
Perante este cenário, a AAR está a pedir a todas as pessoas que são solidárias com a situação destes 80 animais, que “escrevam e liguem ininterruptamente para os contactos da Câmara Municipal de Loures, exigindo que seja permitido a todas as associações zoófilas e pessoas particulares ajudar os animais resgatados, nomeadamente visitando-os e tirando imagens para a sua divulgação”.
Aqui ficam os contactos para o protesto:
Contactos:

Gabinete da presidência - Tel.: 219829800, E-mail: gap@cm-loures.pt

Gabinete Médico Veterinário Municipal - 219 848 210

Gabinete do Vereador do Ambiente - 219848221

Fax Câmara Municipal de Loures - 219820084

Email Câmara Municipal de Loures - geral@cm-loures.pt

Email GMVM - gmvm@cm-loures.pt

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

CDS reúne-se em Convenção Autárquica


O concelho de Mafra vai acolher a próxima Convenção Autárquica da distrital de Lisboa do CDS. A reunião de militantes democratas-cristãos realiza-se no próximo dia 10 de Abril e conta com a presença do presidente do partido, Paulo Portas.
Contando com quatro painéis de debate – cada um com dois oradores e um moderador – de 40 minutos cada, serão abordados os seguintes temas: Urbanismo; Ambiente e Mobilidade; Finanças Locais e Política Fiscal Municipal; e Políticas de Integração Social e Segurança.
O desafio está lançado, podendo todos os militantes enviar ao senhor presidente da distrital de Lisboa, António Carlos Monteiro, as suas sugestões de oradores, os quais poderão ser actuais vereadores em funções, ou personalidades com experiências vividas em empresas municipais, eleitos às assembleias municipais ou juntas de freguesia.

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Criação da Polícia Municipal de Loures

Criação da Polícia Municipal de Loures

Foi aprovada, no dia 28 de Janeiro, pelo Conselho de Ministros, a criação da Polícia Municipal de Loures, que deverá entrar em funcionamento no prazo de um ano.

As regras que regulam a criação de novas polícias municipais foram simplificadas e clarificadas com as alterações introduzidas pelo Decreto-Lei n.º 197/2008, de 7 de Outubro, que prevê a ratificação por Resolução do Conselho de Ministros da deliberação da Assembleia Municipal.

Desta forma, em reunião de Conselho de Ministros, realizada a 28 de Janeiro, foi aprovada a resolução que ratifica a deliberação da Assembleia Municipal de Loures, de 9 de Setembro de 2009, na qual foi aprovado o Regulamento de Organização e de Funcionamento do Serviço de Polícia Municipal e o respectivo mapa de pessoal.

O Município de Loures irá, assim, dispor de um serviço de Polícia Municipal constituído, numa primeira fase, por 90 elementos que, além da cooperação com as forças de segurança na manutenção da ordem pública e protecção da comunidade, terá como missão principal fiscalizar o cumprimento das normas regulamentares municipais e a vigilância de espaços públicos, com especial atenção às áreas circundantes dos estabelecimentos de ensino.

Depois de terem sido criados, durante o ano de 2009, serviços de Polícia Municipal nos concelhos de Mafra, Ponta Delgada e Lagos, chegou agora a vez de Loures, um concelho com cerca de 200 mil habitantes.

Prevê-se que o novo serviço entre em funcionamento no prazo de um ano.

O CDS continuará atento a este tema não deixando de prestar todas as informações à população.

Novo Governador do Banco de Portugal

O CDS-PP entende que o próximo governador do Banco de Portugal, que substituirá Vítor Constâncio, eleito hoje para o Banco Central Europeu (BCE), deve ter "um perfil de credibilidade e independência", pelo que "não deve ter qualquer filiação partidária".

A presidência do partido considera que "o novo governador deve ter um perfil essencialmente técnico, de elevada competência" e que "não deve ter qualquer filiação partidária e deve ser, indiscutivelmente, uma personalidade independente, quer do poder político, quer do poder económico".
Para o CDS-PP, o substituto de Vítor Constâncio à frente do Banco de Portugal deve "ser o mais possível consensual, contribuir para um ambiente de confiança e não conduzir a quaisquer polémicas estéreis".

CDS/DD

domingo, 14 de fevereiro de 2010

Inconsciência do Governo e do PS


O líder parlamentar do CDS interrogou-se hoje sobre até onde vai "a inconsciência" do Governo e do PS ao desafiarem a oposição para avançar com uma moção de censura e considerou que no executivo reina o "desnorte".

"Como é possível que um Governo que teve um Orçamento viabilizado há dois dias esteja agora a pedir à oposição para o derrubar? Até onde vai a inconsciência destes senhores?", questionou Pedro Mota Soares.

O vice presidente da Comissão Política do PS Capoulas Santos considerou que há uma "tentativa de decapitação" do primeiro ministro, José Sócrates, e desafiou os partidos da oposição a apresentarem uma moção de censura ao Governo.

O eurodeputado socialista manifestou-se "indignado" com o que considera ser uma tentativa de decapitação do primeiro ministro por parte de quem "se arvora agora como paladino da liberdade de informação e que, provavelmente, não questiona quem, neste momento, controla efetivamente os órgãos de informação em Portugal", referindo-se a notícias publicadas sobre o caso Face Oculta.

"É inconcebível que um Governo que sabe os riscos que Portugal corre nos mercados internacionais, que conhece os avisos externos feitos ao país, esteja sistematicamente a criar instabilidade e a encenar crises artificiais, como quem procura pretextos para fugir às suas responsabilidades e atirar o país para eleições. O executivo devia pura e simplesmente explicar o que tem a explicar e governar bem melhor do que tem governado, mas não faz uma coisa nem outra", afirmou Pedro Mota Soares.

Na sua posição, o líder parlamentar do CDS fez várias referências indirectas à tentativa de compra da Media Capital por parte da PT, perguntando "que culpa tem o povo das confusões do Governo?"
CDS/DD

Hospital de Loures em 2012

O CDS-PP questionou por escrito a Junta de Freguesia de Loures no passado mês de Janeiro sobre a construção do futuro Hospital de Loures, promessa eleitoral de vários partidos ao longo das últimas décadas.

Segundo informação do Ministério da Saúde, está prevista a abertura do Hospital de Loures para o ano de 2012.

O futuro Hospital irá servir perto de 272.000 pessoas dos concelhos de Loures, Mafra, Odivelas e Sobral de Monte Agraço, num investimento de cerca de 44 milhões de euros.

Este Hospital será construído pelo consórcio Consis, liderado pelo Grupo Espírito Santo Saúde e constituído pela Mota-Engil, Opca e Dalkia Energia e Serviços.

Terá um total de 424 camas de internamento com capacidade de aumento das mesmas para 453. Terá ainda 8 blocos operatórios e 44 gabinetes de consulta externa.

O Hospital terá ainda as seguintes valências médicas : Cardiologia, Dermato-Venerolgia, Doenças Infecciosas, Endocrinologia, Gastrentereologia, Imunoalergologia, Medicina Interna, Nefrologia, Neurologia, Oncologia Médica, Pediatria, Pneumologia, Psiquiatria e psiquiatria da infância e adolescência e Reumatologia.

O Hospital assegurará ainda as valências cirúrgicas de Angiologia e cirurgia vascular, Cirurgia Geral, Cirurgia Plástica e reconstrutiva, Obstetrícia/Ginecologia, Oftalmologia, Ortopedia e Traumatologia, Otorrinolaringologia e Urologia.

Terá por fim ao nível do diagnóstico e terapêutica as valências de Anatomia patológica, Anestesiologia, Imunohemoterapia, Medicina física e de reabilitação, Medicina Nuclear, Patologia Clínica, Radiodiagnóstico, Litotrícia, Coronariografias de angioplastias.

O CDS-PP continuará a acompanhar a evolução da construção do Hospital prestando à população todas as informações que obtiver e solicitando todas as informações que sejam consideradas importantes por parte da população.

Luís Pedro Domingues

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Sócrates começa a ser "o primeiro problema do País

O líder do CDS-PP, Paulo Portas, acusou esta quinta-feira o Governo de contribuir para a “instabilidade política” afirmando que “para muita gente” o primeiro ministro “começa a tornar-se no primeiro problema” do país.
Numa intervenção no debate sobre o Orçamento do Estado para 2010, o líder do CDS-PP criticou a “atitude de chantagem” do Governo sobre a oposição, questionando “que autoridade tem um primeiro ministro que ameaça `bazar´ do Governo por 50 milhões de euros para a Madeira, quando ele próprio deu à Madeira 129 milhões de euros o ano passado”.
CDS com DD

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

CDS propõe corte nos salários dos políticos

O CDS-PP propôs esta quarta-feira ao Governo, durante o debate do Orçamento do Estado na Assembleia da República, que fossem os políticos a dar o exemplo no espírito de contenção e sacrifício que se exige ao país para este ano, abdicando do 13º mês.
“Está disposto a tocar no salário do primeiro-ministro, nos salários dos ministros, no salário dos deputados, nos salários dos responsáveis dos governos regionais?”, questionou Portas, dirigindo-se a José Sócrates. “Porque não damos o exemplo e não abdicamos todos do 13º mês?”, disse Paulo Portas.
CDS com Agência Financeira

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

CDS exige esclarecimento do negócio da TVI

O CDS-PP exigiu esta terça-feira o esclarecimento “cabal” do ponto de vista político se houve ou não “intromissão” do Governo através da PT para a compra da TVI.
“O que o CDS-PP quer saber é tão somente isto: se houve ou não uma intromissão do Governo através de uma empresa na qual o Estado tem uma posição relevante numa estação de televisão”, afirmou o líder parlamentar do CDS-PP, Pedro Mota Soares, reagindo às afirmações de José Sócrates ao início da tarde.
CDS com DD e TVI24

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Teresa Caeiro pede esclarecimentos sobre contrato com Misericórdias

O CDS-PP quer que o Governo e o PS esclareçam a sua posição sobre a proposta democrata-cristã de celebrar um contrato com a União das Misericórdias para a realização de 40 mil cirurgias anuais.
A deputada do CDS-PP Teresa Caeiro considerou esta terça-feira que "há um problema a resolver" entre o secretário de Estado da Saúde, Manuel Pizarro, e o ministério sobre "as virtudes" do diploma centrista para contratualizar cirurgias com as Misericórdias.
"Sabemos que ainda segunda-feira o secretário de Estado da Saúde realçou as virtudes, senão de todo, de parte do projeto. A coordenadora para a área da Saúde do PS, Maria Antónia Almeida Santos também salientou as virtudes deste projeto. Agora, aguardamos qual vai ser o sentido de voto que resultará da reunião da bancada socialista amanhã na quarta feira", afirmou.
CDS com Antena1

PRESIDENTE DA UNIÃO DAS MISERICÓRDIAS SAÚDA PROPOSTA DO CDS PARA CONTRATUALIZAR CIRURGIAS

O presidente da União das Misericórdias Portuguesas, Manuel Lemos, considerou esta terça-feira que o projeto do CDS-PP para contratualizar 40 mil cirurgias com o sector social representa “uma tentativa séria e inovadora” para uma mudança de paradigma.

“As recentes propostas do CDS no sentido de aproveitar de forma sistemática e consistente a capacidade instalada nas misericórdias vão seguramente muito para além do imediatismo virtuoso de garantir alguns milhares de cirurgias e tempo útil.

Para Manuel Lemos, este projecto "representa uma tentativa séria e inovadora de mudança de paradigma que vai ser fundamental para a preparação de futuro”.

O responsável discursava num debate promovido no âmbito das jornadas parlamentares do CDS-PP, que decorrem em Guimarães, sobre “A importância do setor social no combate à pobreza”.

O projeto de resolução do CDS-PP, que vai ser debatido quinta-feira na Assembleia da República, recomenda ao Estado que celebre, no prazo de 60 dias, um “acordo-quadro” com a União das Misericórdias Portuguesas, para a contratualização de 40 mil cirurgias por ano nos 14 hospitais daquela instituição.

Na sua intervenção, Manuel Lemos defendeu uma “mudança de paradigma” e uma mudança na relação do Estado com o setor social, afirmando que a que existe hoje "é uma relação de controlo, de desconfiança e de tutela arrogante”.

Manuel Lemos disse que as Misericórdias “não pretendem receber subsídios do Estado” mas sim que a “administração mude a atitude em relação ao setor social”.

Ironizando, o responsável sugeriu a criação de “espécie de simplex social”, um “balcão para que as pessoas saibam onde pedir ajuda”, numa crítica à “excessiva burocratização dos apoios”.

CDS com IOL.pt

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

CDS CONSIDERA "CALAMITOSO" ESTADO "DE MANIFESTA INSUFICIÊNCIA" DO EFECTIVO DA PSP



O CDS-PP considerou esta segunda-feira como "calamitoso" o estado "de manifesta insuficiência" do efectivo das forças de segurança, sublinhando que a PSP tem actualmente um "défice de cerca de 600" elementos.

Numa pergunta enviada ao ministro da Administração Interna, Rui Pereira, o CDS-PP refere que os 1100 polícias que estão à espera de aposentação demonstram "o estado calamitoso" em que se encontram as forças de segurança, especialmente a PSP, devido à "insuficiência de efetivos".

Estas questões do CDS surgem na sequência de uma notícia do Correio da Manhã, desta segunda-feira a qual refere que a "entrada de novos polícias não compensa as saídas", uma vez que mais de 1100 polícias estão a utilizar as baixas médicas enquanto aguardam pela saída da Polícia de Segurança Pública (PSP).

Nuno Magalhães comsidera que "há um défice de cerca de 600" efetivos, uma vez que no ano passado entraram 903 polícias, mas "1500 estão no mínimo fora de funções", contabilizando os 1100 à espera de aposentação e cerca de 500 que "estão a ser avaliados".

"Isto é muito perigoso, tendo em conta que a criminalidade é cada vez mais grave, violenta e organizada e sobretudo concentrada em Lisboa, Porto e Setúbal, locais onde esta insuficiência é maior", sustentou.

O deputado disse que o CDS-PP vai também questionar o ministro da Administração Interna sobre o número de novos polícias que vão ser recrutados e quando terá início o curso, uma vez que o Orçamento de Estado apenas refere que será realizado um curso anual com um "número adequado" de elementos.

Nuno Magalhães disse ainda que os novos polícias anunciados pelo Governo só deverão entrar em funções "em meados" de 2011, tendo em conta que um concurso público obedece a prazos e "em média demora sete meses" para o início do curso, além dos nove meses de formação.

O CDS-PP defendeu recentemente a realização de um concurso anual com 1000 novos polícias e um outro "excecional" para Lisboa, Porto e Setúbal com cerca de quatro centenas.

CDS com Iol.pt

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Em defesa do estatuto de arrependido

O CDS vai propor esta quinta-feira ao Governo a criação da figura do arrependido para a criminalidade organizada e de difícil investigação, no âmbito das alterações às leis penais.
O deputado Nuno Magalhães, anunciou que Portugal deveria criar o estatuto do arrependido para ajudar na investigação de determinados crimes.
CDS com IOL.pt

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Orçamento do Estado: uma "Postura Patriótica"

Pedro Mota Soares, reforçou, esta segunda-feira, a ideia de que o sentido de voto do CDS-PP face à proposta de Orçamento de Estado que o Governo irá apresentar será o de uma "abstenção construtiva", justificada por uma "postura patriótica" que tem como primeira meta "servir o interesse nacional".
A "redução substancial do défice", o "aumento das pensões de reforma" e o adiamento do reforço dos "efectivos das forças de segurança" foram alguns dos pontos destacados pelo líder parlamentar do CDS-PP.
CDS com A Bola e SIC-N

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

CDS conseguiu devolução do IVA em 30 dias

As pequenas e médias empresas (PME) e os micro-empresáros representam mais de 98% do tecido produtivo português. Assim, esta é uma medida extremamente importante para os empresários e o futuro da economia portuguesa.
A redução do prazo de reembolso do IVA para 30 dias a partir de 2011, para as empresas que se inscreverem no regime mensal, tal como defendia o CDS-PP, e de 90 para 60 dias a partir de Julho, foi aprovada esta quarta-feira na Comissão de Orçamento e Finanças.
As empresas que se quiserem inscrever no regime de reembolso mensal poderão passar assim a receber o reembolso num prazo de 30 dias. Já as empresas que pagarem o IVA a 90 dias, vão ver o prazo do reembolso reduzido para 60. Este regime entre em vigor a 01 de Julho.
Os contribuintes que optarem por este regime têm de permanecer no mesmo por um período mínimo de um ano.
CDS com DD e TVI24

sábado, 16 de janeiro de 2010

Propostas do CDS-PP sobre Taxas e Licenças da Freguesia de Loures aprovadas

Por uma questão de justiça vem o CDS-PP informar que a Junta de Freguesia em comunicação enviada no passado dia 15, aceitou incorporar 12 das nossas 13 propostas na proposta final a apresentar na Assembleia de Freguesia de Loures.

Foram em particular aceites, as nossas propostas de obrigação por parte da Junta de Freguesia, do reembolso das quantias pagas em excesso mas acrescidas de juros de mora e da obrigação de reembolso da totalidade das quantias pagas quando as licenças e certidões solicitadas não fossem emitidas pela Junta de Freguesia dentro dos prazos previstos no regulamento.

Deu o CDS-PP um contributo decisivo com as suas propostas para que a população da freguesia visse salvaguardados os seus direitos e legítimos interesses nesta matéria uma vez que se alcançou uma maior justiça na relação entre a Junta e a população.

Não podem existir apenas obrigações para uma das partes. As propostas do CDS-PP asseguram que também a Junta é penalizada quando erra ou não cumpre com as suas obrigações dentro dos prazos legais.

Uma palavra de apreço à Junta de Freguesia por ter aceite as nossas propostas. Se pensarmos em primeiro lugar na população e não nos interesses das forças políticas certamente que alcançaremos soluções justas e que venham a beneficiar a população da freguesia.

Da nossa parte manifestamos toda a disponibilidade para alcançar soluções de consenso e demonstramos saber dar o nosso contributo com propostas sérias e justas!

Luís Pedro Domingues

domingo, 3 de janeiro de 2010

Taxas e Licenças para a Freguesia de Loures em 2010

Encontra-se em fase de apreciação pública uma proposta da Junta de Freguesia sobre o novo regulamento das Taxas de Licenças a aplicar na Freguesia de Loures para o ano de 2010.

O CDS-PP não quis de dar o seu contributo em defesa da população tendo apresentado mais de uma dezena de propostas de alteração.

Entre as nossas diversas propostas salientamos duas que entendemos serem fundamentais para que se estabeleça um justo equilíbrio na relação da Junta de Freguesia com todas as pessoas que com ela se relacionam sobre este tema.

Uma das nossas propostas visa imputar à Junta de Freguesia a obrigação de reembolsar os requerentes das quantias pagas em excesso acrescidas de juros de mora. A proposta da Junta de Freguesia que se encontra em fase de apreciação pública apenas previa o reembolso em singelo.

Uma outra proposta que fizemos prende-se com a obrigatoriedade da Junta de Freguesia proceder ao reembolso das quantias pagas pelos requerentes nos casos em que as Licenças e outras certidões não sejam emitidas dentro dos prazos previstos no regulamento para a sua emissão.

Porque motivo haverão os requerentes terem de pagar o dobro das taxas previstas quando requerem a emissão de uma licença ou certidão com carácter de urgência e não existir qualquer sanção para a Junta de Freguesia quando a mesma não proceder à emissão dos documentos requeridos dentro dos prazos previstos ?

Esperemos que estas e as nossas outras propostas venham a ser aceites pela Junta de Freguesia por forma a estabelecermos uma maior relação de justiça e de equilíbrio de posições entre a Junta de Freguesia e a população.

Luís Pedro Domingues

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

CDS aprova Orçamento da Junta de Freguesia de Loures

No passado dia 16 de Dezembro, reuniu-se a Assembleia de Freguesia de Loures para, entre outros assuntos, discutir e votar o Orçamento da Junta de Freguesia para 2010.

O Orçamento para além dos votos do PS foi aprovado com o voto favorável do CDS-PP.

Poderá parecer estranho para alguns o sentido de voto do CDS-PP ainda para mais num cenário em que o PS dispõe de uma maioria absoluta na Assembleia de Freguesia. Nós da nossa parte dizemos que apenas pode parecer estranho para aqueles que não nos conhecem!

O CDS-PP é um partido de uma só face e de uma só palavra. Sempre orientámos a nossa actuação pelos princípios e valores que nos norteiam e podemos assegurar a todos que a nossa actuação continuará a ser orientada por esses mesmos princípios e valores porque estamos certos que os mesmos visam contribuir para a efectiva melhoria da qualidade de vida e bem estar das populações.

Teria sido para o CDS-PP muito comódo votarmos contra o Orçamento, como fizeram a CDU e o BE ou em alternativa, optarmos pela abstenção como fez o PSD (ex-parceiro de coligação do PS no mandato anterior). O CDS-PP optou pelo caminho menos fácil e certamente menos cómodo.

O Orçamento apresentado não era certamente perfeito e por isso mesmo o CDS-PP, em plena Assembleia, interpelou o executivo sobre inúmeros aspectos da proposta de Orçamento.

Quisemos saber porque motivo iriam triplicar as despesas no âmbito do Plano Plurianual de Investimento ao nível dos serviços gerais de administração pública ou porque motivo a verba inscrita para a aquisição de viaturas era dez vezes mais do que inscrita no orçamento do ano anterior passando de 5.000 euros para 50.000 euros.

Quisemos ainda saber porque motivo ao nível do PPI existia uma diminuição de quase 90.000 euros ao nível das funções sociais e perto de 100.000 a menos para a protecção do meio ambiente e conservação da natureza.

Quisemos saber porque motivo as verbas destinadas às instituições cívicas e religiosas foi reduzido para metade no PPI e para cerca de um terço no PPA (plano plurianual de acções).

Quisemos ainda saber porque motivo no PPA e num ano particularmente difícil em termos sociais e económicos, porque motivo se prevê gastar 34.000 euros em iluminação de Natal e no aluguer de decorações de Natal o que se traduz num aumento de 6.000 euros relativamente ao ano anterior e porque motivo apenas se prevê uma verba de 500 euros para apoio directo às pessoas mais carenciadas da Freguesia.

Da parte da Junta de Freguesia obtivemos respostas para estas nossas preocupações, mas obtivemos acima de tudo as promessas que nos fazem acreditar que os nossos princípios e valores serão respeitados em prol da população da freguesia.

Assegurou-nos a Junta que o investimento e o apoio à PSP iria continuar (mesmo sendo uma competência do Estado a nível central não pode o CDS-PP deixar de apoiar todo o apoio sério às forças de segurança). A segurança é como sempre tem sido uma das nossas principais preocupações e, também em Loures iremos estar atentos e vigilantes a esta matéria, dando voz aos agentes que diariamente arriscam em serviço a sua vida em favor da segurança e do bem estar de todos nós.

Prometeu ainda o executivo que num projecto social e de solidariedade deixaria de ser apoiado pela Junta de Freguesia e que, se necessário, o executivo estaria na disposição de apresentar um ou mais orçamentos rectificativos para proceder ao reforço de verbas para essas áreas.

Explicou ainda o executivo que, por exemplo, em relação às verbas destinadas para a Iluminação de Natal as mesmas resultam de transferências directas ao abrigo do Protocolo de Transferência de Competências que existe com a Câmara Municipal.

Aos partidos políticos compete-lhes serem coerentes com a sua palavra. Sempre dissemos e escrevemos que não deixariamos de votar favoravelmente qualquer proposta apresentada por qualquer partido que, de forma prática e efectiva pudesse contribuir para a melhoria de vida das populações.

Podíamos ter optado por uma solução muito mais fácil votando contra porque somos oposição. Mas nós sempre defendemos que seríamos uma oposição crítica mas construtiva!

Podíamos ter optado por um comportamento passivo com o PSD que durante todo o debate não colocou uma única questão ao executivo e que depois optou pela abstenção.

O CDS-PP não opta pela solução mais fácil e conveniente mas por aquela que pode ajudar efectivamente a melhorar a vida das populações. Assumimos as nossas responsabilidades mesmo em cenário de maioria absoluta. E por issmo mesmo questionámos o executivo, fizemos propostas e sugestões e obtivemos a promessa por parte da Junta em áreas que para nós são fundamentais que as mesmas teriam um reforço de verbas caso se venha a revelar necessário.

O facto de estarmos de volta à Assembleia de Freguesia de Loures, 30 anos depois, faz-nos crer que a população de Loures vê no CDS-PP a esperança de um futuro melhor. Cansados de um cenário político com os mesmos partidos, a população quis dar voz ao CDS-PP para que nós possamos ser o porta-voz dos seus anseios e preocupações.

Mas espero igualmente a população que o CDS-PP saiba ser responsável e que não olhe para o seu interior e muito menos optando por soluções e caminhos fáceis e cómodos. A população espera que o CDS-PP apoie qualquer proposta que possam melhorar a sua qualidade de vida e que esteja vigilante de forma a assegurar que as promessas feitas serão cumpridas.

É isso que faremos! O nosso voto favorável foi um voto de confiança porque queremos trabalhar em prol das populações. Fizemos propostas e obtivemos promessas. De hoje em diante estaremos atentos ao cumprimento das mesmas, certos que ajudaremos a realizá-las mas que não deixaremos sem resposta e não deixaremos de denunciar o incumprimento das mesmas por parte da Junta.

O CDS-PP demonstrou maturidade na sua actuação na altura de votar e fê-lo sem medos ou receios, a partir de hoje demonstraremos firmeza a vigilância no que respeita à sua execução.

Luís Pedro Domingues

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Serras Pires toma posse na Portela de Sacavém

Pedro Serras Pires tomou posse como membro da Assembleia de Freguesia da Portela no passado dia 4 de Novembro, cerimónia realizada no Auditório da Igreja de Cristo-Rei da Portela. O CDS-PP não elegia nenhum representante há 16 anos.

É sua convicção que nos próximos quatro anos se deve e pode trabalhar em conjunto e contribuir para que a Portela seja uma Freguesia cada vez melhor para quem nela vive e trabalha.

Acredita que se deve trabalhar para conseguir uma maior participação cívica.

Como representante do CDS-PP, Pedro Serras Pires revê-se naturalmente nas opções programáticas do partido, sendo que as mesmas se centram nas áreas-chave da Saúde, Segurança, Educação, Economia e Acção Social.

Entende que é necessária uma maior moderação fiscal e que é importante garantir uma maior dinâmica económica e cultural na Portela, assim como melhorar a oferta de serviços à população residente.

Defende que a solidariedade, sendo um valor muito importante para o CDS-PP, é essencial nas sociedades humanas e que a solidariedade social não se esgota na acção do Estado.

Defende a urgência do tema segurança, dada a crescente desigualdade social e consequente aumento da criminalidade.

Elenca também a eficiência energética como tema que deve ser encarado com maior atenção, pela perspectiva de redução quer do consumo energético, quer do impacto da acção humana no meio-ambiente.

Assumiu o compromisso de disponibilidade para colaborar com todos os membros da Assembleia de Freguesia na defesa dos portelenses, independentemente de estratégias de confrontação partidária.

domingo, 1 de novembro de 2009

CDS-PP ultrapassa os 20 mil militantes

"O CDS-PP ultrapassou esta sexta-feira os 20 mil militantes activos e participativos".
Esta afirmação que muito nos orgulha foi proferida pelo Presidente do Partido, Dr. Paulo Portas em Arouca, tendo o mesmo acrescentado que "isto significa um aumento muito grande, que já se vinha registando no último ano e que se intensificou depois das legislativas".
"Quero que as pessoas que agora confiam em nós possam dar a sua opinião (...) Estamos a crescer todos os dias (...) e eu bem disse que temos cada vez mais gente a pensar como nós".
Estes números são ainda mais significativos quando em 2007, altura da actualização dos ficheiros, eramos pouco mais do que 16 mil militantes.
Todos juntos iremos fazer um melhor Portugal!

sábado, 31 de outubro de 2009

Instalação da Junta de Freguesia de Loures

No passado dia 26 de Outubro pelas 21 horas tomaram posse no Palácio dos Marqueses da Praia os membros da nova Assembleia Municipal de Loures.
A nova Assembleia, composta por 19 membros tem pela primeira vez na sua história representantes dos cinco partidos que possuem representação na Assembleia da República, facto que foi elogiado pelo Presidente da Junta de Freguesia eleito como sendo um motivo de grande orgulho para a Freguesia.
Com efeito, o CDS-PP, voltou a eleger um membro para a Assembleia de Freguesia de Loures, algo que não acontecia desde 1979.
Pela frente, deparamo-nos com uma maioria absoluta do PS, algo que apenas irá reforçar a nossa vontade em servir a população e sermos dignos e humildes na nossa actuação de forma a não perdermos a confiança que a população depositou em nós.
Assegurada a maioria absoluta do PS, o mesmo apresentou à Assembleia um executivo constituído exclusivamente por membros do PS, chegando assim ao fim a coligação PS-PSD que nos últimos 4 anos governou a Junta de Freguesia de Loures.
A todos os eleitos na Assembleia de Freguesia, assim como ao novo executivo da Junta de Freguesia, desejamos muitas felicidades no exercício do mandato para que no final quem saia vencedor dessa actuação seja a população da Freguesia.

Luís Pedro Domingues
Membro da Assembleia da Freguesia de Loures

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

CARTA ABERTA AO EXMO PRESIDENTE DA JUNTA DE FREGUESIA DE LOURES

Exmo Sr. Presidente da Junta de Freguesia de Loures

Em nome do CDS-PP e enquanto representante do Partido na Assembleia de Freguesia de Loures venho por este meio parabenizá-lo a si e a toda a sua equipa pela eleição ocorrida na passada segunda-feira, dia 26 de Outubro.

O CDS-PP deseja-vos a maior das felicidades no exercício deste novo mandato, acreditando que o sucesso do novo executivo será sinómino de aumento da qualidade de vida e do bem estar da população da freguesia de Loures que todos desejamos.

Há 30 anos que o CDS-PP não elegia qualquer representante para a Assembleia de Freguesia de Loures. O resultados das últimas eleições autárquicas para a Freguesia de Loures demonstrou uma subida na votação do Partido, permitindo-nos passar de 2,5% para 5,03%.

Foi um resultado acreditamos totalmente inesperado para todos mas não para nós!

Eram eleições difíceis bem o sabíamos. Eleições locais num concelho de uma ampla maioria de esquerda e onde o CDS-PP apenas vinha elegendo ocasionalmente representantes para a Assembleia Municipal.

Embalados pelos excelentes resultados que o Partido obteve a nível nacional para o Parlamento Europeu e igualmente nas eleições Legislativas onde, no distrito de Lisboa se afirmou como a 3ª força política, partimos para a campanha com a nossa bandeira, o nosso programa, a nossa gente.

Partimos convictos que os princípios e valores sempre preconizados por este Partido iriam ter acolhimento junta da população.

Os resultados eleitorais assim o demonstraram. 30 anos depois voltamos a eleger um representante para a Assembleia de Freguesia de Loures, assim como um representante para a Assembleia de Freguesia da Portela onde não elegíamos há mais de 16 anos. Oito anos volvidos, voltámos a ter um representante na Assembleia Municipal.

São resultados que a todos nos orgulham e que reforçam a responsabilidade com que fomos investidos. Com efeito, e faça-se a devida justiça, apenas o PS a par do CDS-PP conseguiram alcançar o reforço na sua votação, quer em número de votos, quer em número de mandatos.

Isto determinou, que nas eleições para a Junta de Freguesia e Mesa da Assembleia da Freguesia, o CDS-PP tenha decidido pela abstenção.

Este esclarecimento parece-nos mais do que devido uma vez que fui informado pela minha Concelhia em como membros do PSD teriam comentado um suposto voto favorável do CDS-PP na eleição da a Junta de Freguesia, admitindo que esse voto tivesse ocorrido por “engano”.

É verdade que há 30 anos não fazíamos parte da Assembleia de Freguesia de Loures mas essa nossa ausência não poderá ser vista como inexperiência.

Todas as decisões tomadas em nome do Partido sempre foram e continuarão a ser decisões conscientes e poderadas não sendo as mesmas compatíveis com qualquer espécie de “engano”, ainda que justificado pela nossa aparente inexperiência ou práctica.

Estas palavras não podem nem devem ser vistas como uma declaração de oposição por tudo e por nada. Não teremos qualquer problema de consciência em votar favoravelmente todas as medidas sejam propostas pelo PS ou por qualquer outro partido que, de uma forma série e efectiva, visem contribuir para a melhoria da qualidade de vida da nossa população. Tal como esperamos que da parte do PS também exista acolhimento às nossas propostas. Devemos todos trabalhar em prol da população da Freguesia.

A opção pela abstenção parece-nos mais do que justificada. Apresentamos a votos um programa alternativo ao do PS que foi sufragado pela população e que mereceu mais do que uma duplicação do número de votos e a presença numa Assembleia de Freguesia onde pensamos que nenhum outro partido acreditaria que fosse possível.

Não poderíamos por isso votar favoravelmente a lista proposta pela PS. Existirão por certo ponto onde convergimos, mas também existem várias questões onde a nossa divergência é acentuada.

Entendemos também contudo que, por respeito aos resultados eleitorais, fruto do voto sempre sábio e soberano da população, que reforçaram a maioria do PS, não poderíamos votar contra a lista apresentada.

O PS tinha por mérito próprio, o direito de apresentar a lista para o executivo e exercer o mandato que a população lhe confiou. Mereceram assim por isso a nossa abstenção como correspondendo ao benefício da dúvida que o partido vos dá para este início de mandato.

Assim, esse voto favorável veio certamente de uma outra bancada mais à esquerda ou então do vosso ex-parceiro de coligação na Junta no mandato que findou – o PSD.

Iremos e queremos colaborar quer com a actual Junta de Freguesia quer com toda a Assembleia Municipal. V.Exa e o seu executivo contarão com o apoio do CDS-PP quando as medidas que tomarem contribuirem de facto para a melhoria da qualidade de vida da população, seja ao nível da Acção Social, na Saúde, na Educação, no Apoio à Juventude ou à Terceira Idade, no incremento do apoio ao Comércio Tradicional ou ao Desporto não esquecendo as Empresas e Instituições de Solidariedade Social da Freguesia.

Esperamos que da parte da Junta de Freguesia também exista disponibilidade para o acolhimento das nossas propostas porque elas certamente corresponderão sempre ao anseio e às necessidades mais básicas da população.

Seremos oposição quando for necessário porque não iremos abandonar os princípios e valores que sempre caracterizaram a nossa bandeira.

Mais uma vez deixo-lhe os parabéns pela eleição, dizendo-lhe que estaremos ao seu lado e ao lado da Junta quando isso significar estar ao lado da população!

Um grande bem haja e muitas felicidades!

Luís Pedro Domingues

Carlos Macedo toma posse




Carlos Macedo tomou hoje posse, em substituição de João Rebelo, como membro eleito à Assembleia Municipal de Loures. O CDS passa assim a estar presente nos destinos da autarquia e passará a ter um gabinete de atendimento ao cidadão.

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

30 Anos Depois


Foi em Dezembro de 1979 que o CDS elegeu pela última vez um representante para a Assembleia de Freguesia de Loures. Trinta anos depois, o CDS-PP está de volta à Assembleia de Freguesia de Loures.

As eleições do passado dia 11 de Outubro confirmaram de forma indelével uma subida sustentada do CDS-PP no Concelho de Loures e em particular na Freguesia de Loures.

Este reforço de votação no CDS-PP não poderá deixar de ser enquadrado no âmbito do significativo mas igualmente sustentado aumento de votação que o Partido obteve a nível nacional nos últimos actos eleitorais, quer à escala regional, quer à escala nacional.

Com efeito, nas eleições para o Parlamento Europeu do passado mês de Junho, o CDS-PP obteve no Concelho de Loures 6,43%, tendo chegado aos 8,04% na Freguesia de Loures.

As eleições legislativas do passado mês de Setembro vieram demonstrar que a subida do Partido nas áreas metropolitanas e no Concelho de Loures em particular não foi obra do acaso ou resultado de um voto de protesto ocasional.

Na verdade, o CDS-PP passou de 5ª para 3ª força política no Distrito de Lisboa, obtendo mais 30 mil votos do que em 2005. Para esta subida, muito contou a votação que o Partido obteve no Concelho de Loures onde passou de uma percentagem de 5,4% para 9,02% e da Freguesia de Loures, onde nos afirmámos como 4ª força política nessas eleições, passando de 6,2% para 10,48%.

Assim, após a realização de dois actos eleitorais à escala nacional, onde o Partido alicerçou e reforçou de forma considerável a sua votação, principalmente nos grandes centros urbanos, as eleições Autárquicas representavam um enorme desafio.

Por um lado porque seria um teste à capacidade de implementação do Partido ao nível local em eleições claramente marcadas por uma tendência de bipolarização.

Por outro lado, sabíamos que teríamos pela frente aquilo que para muitos poderia ser uma tarefa hercúlea, uma missão impossível.

Já sabíamos que os nossos adversários políticos olhavam para nós com indiferença no âmbito do panorama político do Concelho.

Com efeito o CDS-PP não possui qualquer mandato nem representante nos diversos órgãos autárquicos do Concelho. Cenário este que, com raras e ocasionais excepções, se vinha repetindo eleição após eleição para os diversos órgãos autárquicos do Concelho.

O CDS-PP enfrentava ainda uma dificuldade acrescida. O facto de ir disputar eleições num Concelho largamente dominado por uma maioria de esquerda.
Nada nos deteve! Quanto mais impossível nos parecia a missão mais ânimo e empenho colocámos na nossa luta.

Como o antigo presidente norte-americano Clinton uma vez disse: “Os maiores progressos que realizámos e os maiores progressos que ainda vamos realizar, encontram-se no coração humano. No fim de contas, toda a riqueza do mundo e milhares de exércitos não se comparam à força e à decência do espírito humano”.

Foi o que fizemos! Em listas próprias, com a nossa bandeira, com os princípios e os valores que sempre caracterizaram este Partido desde a sua criação, arregaçámos as mãos e fomos para a rua divulgar o nosso programa, as nossas ideias, as nossas propostas para o Concelho e para as Freguesias onde concorremos.

Sem espalhafato e despesismo, mas numa política concertada de proximidade com as pessoas, porta a porta, sabendo ouvir para depois sabermos propor.

E deste modo fizemos uma campanha serena, tranquila mas intensa. Sem dar nas vistas porque, mais importante do que aparecer ou falar muito, aquilo que é mesmo importante para as pessoas é saber ouvir e saber fazer.

Os resultados eleitorais do passado dia 11 confirmaram que a nossa estratégia estava correcta. Uma surpresa inesperada para alguns, certamente para os nossos adversários que jamais esperavam este resultado. Mas não para nós!

Loures, está a mudar e esta votação do CDS-PP demonstra-o de forma evidente!

De uma forma serena e tranquila, a população do Concelho de Loures demonstrou apoio às nossas propostas, aos nossos princípios e valores que sempre nos irão nortear, à nossa bandeira.

No concelho com uma ampla maioria de esquerda, a nossa bandeira e a nossa sigla firmaram um alicerce que tudo faremos para o consolidar e alargar, sabendo ser dignos mas humildes na nossa actuação para voltarmos a merecer novamente, daqui a 4 anos, a confiança da população de Loures.

De 0 eleitos, o CDS-PP elegeu 3 representantes. Um representante nesta Assembleia de Freguesia de Loures onde já não elegia há 30 anos. Elegemos ainda um representante na Assembleia de Freguesia da Portela, onde já não elegíamos um representante há mais de 16 anos. E elegemos ainda 1 representante na Assembleia Municipal de Loures, 8 anos depois. Tudo isto não esquecendo o facto de apenas termos concorrido a 4 freguesias.

O CDS-PP mais do que duplicou a percentagem de votos para a Câmara Municipal, obtendo mais 2.000 votos do que em 2005. Para a Assembleia Municipal o CDS-PP passou de 1,84% para 4,52% e obtendo mais 2.500 votos que em 2005.

Mas também para esta Freguesia de Loures, o CDS-PP conseguir obter os frutos do seu trabalho incansável junto das pessoas, passando de 2,5% para 5,03% e voltando a eleger um representante nesta Assembleia 30 anos depois.

Este trabalho não chegou contudo ao fim, pelo contrário, o mesmo apenas começou.

Pela frente teremos 4 anos onde pretendemos ser dignos representantes da população que nos elegeu, sendo capazes de dar seguimento aos mais legítimos anseios e aspirações da nossa população. Estamos aqui para trabalhar e para servir a população!

Vamos arregaçar as mangas porque muito há pela frente. Deparamo-nos com maiorias absolutas do PS na Câmara Municipal, Assembleia Municipal e Assembleia de Freguesia de Loures e de amplas frentes de esquerda em todos estes órgãos.

A bem da verdade teremos de reconhecer que a par do CDS-PP apenas o PS reforçou a sua posição no Concelho, todos os outros partidos sem excepção perderam votos, mandatos e percentagem de votos.

Para a Câmara a CDU perdeu 1 vereador e quase 6000 votos. O PSD perdeu quase 200 votos e o BE 600 votos.

Para a Assembleia Municipal, a CDU perdeu 2 deputados e quase 3.500 votos, o PSD perdeu quase 1.200 votos e o BE perdeu um deputado e quase 1.000 votos.

Nas Assembleias de Freguesia a CDU perdeu 9 mandatos e o BE 3 mandatos.

Temos por objectivo e ambição construir um novo futuro para Loures. Não deixaremos de apoiar todas as propostas que de uma forma clara visem a melhoria da qualidade de vida e bem estar das nossoas populações, mas não deixaremos de honrar o compromisso eleitoral com que nos apresentámos às eleições e que mereceu o voto de confiança da população, ao ponto de, muitos anos depois, o CDS-PP ter 3 autarcas eleitos no Concelho.

Pretendemos trabalhar para assegurar às gerações futuras a segurança, a qualidade de vida e as oportunidades que todos merecem.

Da área social às questões da saúde. Da segurança à verdadeira integração das diversas comunidades. Da revitalização do comércio tradicional às questões da educação, formação profissional, desporto e cultura, saberemos apresentar as nossas propostas e dar voz, nesta Assembleia a todos aqueles que a nós o solicitarem.

Não ficaremos à espera que as pessoas venham ter connosco, nós próprios iremos ter com eles porque somos nós quem tem de os servir e não o contrário.

Todos sem excepção são importantes, todas as opiniões e propostas contam, a todos iremos pedir que contribuam com as suas propostas.

O CDS-PP está de regresso aos órgãos autárquicos de Loures não para ver o tempo passar mas para trabalhar em prol de todos.

Não seremos uma oposição de contra por tudo e por nada, pretendemos trabalhar com todos e neste caso particular com esta Junta de Freguesia e com esta Assembleia de Freguesia.

Sabemos como ninguém respeitar o voto sempre sábio do povo e por isso seremos uma oposição responsável, apoiando todas as decisões que beneficiarem a população da freguesia, mas não deixaremos de lutar pelas nossas propostas porque esse é o nosso dever para com quem nos elegeu.

Da nossa parte, quer a Junta de Freguesia de Loures, quer a Assembleia de Freguesia contarão sempre com a voz empenhada e voluntariosa de um Partido que irá procurar servir a população desta Freguesia.

A todos Bem Hajam!

Luís Domingues
Eleito pelo CDS à Assembleia de Freguesia de Loures

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

João Rebelo Eleito à Assembleia Municipal de Loures


A oposição não esperava, mas foi a realidade, fruto de um trabalho intenso e da transmissão da verdade - e não de falsas promessas. Agora prometemos trabalhar em conjunto para um melhor Concelho de Loures. A maioria de esquerda não nos desilude, não nos deixa de braços cruzados.
Vamos lutar pelos nossos eleitores, pelos nossos valores, pela melhoria de vida em Loures. Queremos propor ideias, deixem-nos ajudar a melhorar.

João Rebelo, vogal do conselho nacional do CDS, foi eleito para a Assembleia Municipal de Loures, com 4.071 votos (4,52%), contra os 1.638 votos de 2005 (1,84%).
Tal não acontecia há 30 anos. Nas eleições autárquicas de Dezembro de 1976, o CDS teve 7.234 votos e um vereador, com 7,25% dos votos da população do Concelho de Loures.
São cada vez mais os que pensam como nós.
São cada vez mais os que querem um futuro melhor e que não bi-polarizam o País partidário.

João Guilherme Nobre Prata Fragoso Rebelo nasceu a 2 de Fevereiro de 1970. É licenciado em Relações Internacionais e, como não depende da política, é professor universitário.
Além disso, foi deputado na X Legislatura e Membro Efectivo do Conselho de Administração da Assembleia da República; Membro do Conselho Consultivo da Sociedade Protectora dos Animais; Presidente da Assembleia Distrital de Lisboa do CDS-PP; e Consultor da NOVABASE.
Foi já Secretário-Geral do CDS-PP; Secretário Geral da Juventude Popular; e Consultor do Banco Espírito Santo.

Pedro Serras Pires eleito na Portela


Pedro Serras Pires foi um dos candidatos do CDS eleitos nas autárquicas de 11 de Outubro, desta vez à Assembleia de Freguesia da Portela de Sacavém.
Estamos do seu lado e esperamos que contacte o Pedro em
cdsloures.jfportela@sapo.pt

Leia a entrevista ao jornal Notícias da Portela em http://www.noticiasdaportela.pt/?p=486.